quinta-feira, agosto 03, 2006

Código JavaScript pode driblar segurança de firewall

São Paulo, 03 de agosto de 2006 – Pesquisadores da empresa SPI
Dynamics, nos Estados Unidos, descobriram que determinado código em
JavaScript, quando inserido em um site, pode “driblar” firewalls,
programa que filtra mensagens suspeitas que circulam pela Web. A
informação é do site Cnet. 

Segundo os especialistas, quando o
internauta visita uma página na Internet, tal código primeiramente
analisa a rede local (doméstica ou corporativa) onde a máquina está
conectada, bem como outros equipamentos plugados nesta mesma rede.
Feito isso, ele passa a enviar comandos para travar ou controlar esses
dispositivos.

De acordo com a SPI Dynamics, esse código em
JavaScript pode, teoricamente, ser também inserido em um site de
terceiros, em uma mensagem de um fórum de discussões, por exemplo. Tal
recurso leva o nome de “cross-site scripting” e pode até mesmo atingir
internautas que naveguem por páginas confiáveis.

“Anteriormente,
tal técnica era considerada de baixo nível de risco. Mas, quando essa
modalidade de ataque em JavaScript se uniu com o ‘cross-site
scripting’, ambas mostraram um potencial devastador”, declarou Billy
Hoffman, engenheiro da SPI Dynamics. “Não é mais possível deixar essas
vulnerabilidades ‘na fila’, esperando uma futura análise”.

O
especialista em segurança Fyodor Vaskovich declarou que o uso dessa
técnica criou um dilema para os desenvolvedores de páginas. “Eles podem
optar por bloquear as funcionalidades em JavaScript para o navegador.
No entanto, isso desabilitaria um número considerável de sites”.

Os pesquisadores da SPI Dynamics contruíram ainda um uma página para demonstração da técnica. Ela pode rastrear uma rede local por meio de servidores
de Internet que estejam rodando nos PCs conectados a elas. O site
permite que seus visitantes visualizem os endereços dos computadores
que rodam em tais servidores, mas, evidentemente, impedem a execução de
algum código malicioso.

Originalmente publicado por WNews

sexta-feira, julho 28, 2006

Renomeando arquivos no console

Estou atualizando a galeria de fotos do site e me deparei com um problema. Várias fotos do Windows acabando vindo com espaços e caracteres inválidos. Também queria uma forma de deixar todos os caracteres minúsculos.
Acabei encontando as seguintes dicas:

for foo in *; do mv $foo `echo $foo | tr /[A-Z]/ /[a-z]/` ; done

fonte: www.vivaolinux.com.br

Eu acabei adaptando para poder criar um script que faz tudo de uma vez só no diretório em que é rodado.


#!/bin/bash
for foo in *; do mv $foo `echo $foo | tr /[A-Z]/ /[a-z]/` ; done
for foo in *; do mv $foo `echo $foo | tr " " "_"` ; done

Múltiplos usos do Comando Find

Quem nunca precisou editar algo em particular, em vários arquivos de uma só vez. O Nagios por exemplo, se for mudado o nome de um host no arquivos hosts.cfg, este nome deve ser mudado também no hostroups.cfg e no services.cfg. Ou então qer trocar uma váriavel em vários arquivos de um mesmo programa.


Para isto temos o comando find. A melhor utilização para mim descobri já fazem uns dois anos do site Dicas-L, do pessoal envolvido com a Unicamp.


O comando para isto é:



find ./ -maxdepth 1 -name '*.php' | xargs perl -i.bkp -p -e 's/isso/aquilo/ig;'


O isso você troca pela variável que você quer trocar, e o aquilo pelo valor a ser escrito. A opção -maxdepth 1 faz com que a substituição aconteca somente no diretório onde o comando foi executado. Se quiser que ele rode recursivamente, basta tirar esta parte do comando. Após o comando perl, a opção -i.bkp cria um backup de todo arquivo modificado.



Se você quiser mais explicações sobre este uso do find consulte no site do Dicas-L (find).



Outro uso excelente que podemos fazer é para achar aquivos “sem dono“.


find / -nouser -print


E se você quiser apagar estes arquivos pode usar o comando assim:


find / -nouser -print | xargs rm

Mais uma do comando Find

Que procurar um texto entre vários arquivos de um diretório? use este comando:


find . -type f -exec grep "antes" {} \; -print


Fonte: Dicas-L

Precisa ativar o snmp do seu Linux?

Novamente estava precisando ativar o snmp dos meus boxs Linux, pois meu chefe vive fuçando e acabando com o meu serviço, dai resolvi deixar este post para facilitar a minha vida e de quem precisar ativar o snmp no Linux.

A instalação em si é muito simples, o complicado é o snmp.conf.
Para instalar em máquinas que utilizem o apt, admitindo que o seus sources.conf está OK, o comando é:


sudo apt-get install snmp snmpd (Ubuntu)


ou


sudo apt-get install net-snmp net-snmp-utils (Mandriva, Conectiva)


Se você tem alguma dúvida do nome do pacote utiliza este comando para achar o nome correto:


apt-cache search snmp

Este comando serve para procurar qualquer pacote do qual você não lembra o nome.


No Fedora Core 5, que por default utiliza o yum o comandofica assim:


yum search snmp (para procurar o pacote)
yum install net-snmp net-snmp-utils

Obs.: O apt-get tem uma performance muito maior que o yum, não se preocupem com a demora do yum, é assim mesmo.

Após a instalação, é só configurar o snmp.conf, como no exemplo abaixo:



#Definição da community e das rede que poderão acessar estas informações
## sec.name source community
## ======== ====== =========
com2sec local localhost geekguy
com2sec network_1 192.168.0.0/24 geekguy
com2sec network_2 192.168.1.0/24 geekguy
#Quem pode acessar e versão do snmp utilizada
## Access.group.name sec.model sec.name
## ================= ========= ========
group MyROGroup v2c local
group MyROGroup v2c network_1
group MyROGroup v2c network_2
#MIBs Disponíveis
## MIB.view.name incl/excl MIB.subtree mask
## ============== ========= =========== ====
view all-mibs included .1 80
# Define política de segurança
## MIB
## group.name context sec.model sec.level prefix read write notif
## ========== ======= ========= ========= ====== ==== ===== =====
access MyROGroup “” v2c noauth exact all-mibs none none

syslocation onde_esta_o_BOX # Se você quiser
syscontact Luciano Santos - john@doe.com # O seu email, tb se vc quiser

proc httpd 200 1 #verificar o processo, com o limite em 200, por exemplo
disk / 10000 #verificar o HD, com um mínimo de 10MB
load 12 14 14 #carga da CPU

#exec .1.3.6.1.4.1.2021.50 /bin/bash /usr/bin/sensors
#exec .1.3.6.1.4.1.2021.51 ps /bin/ps
#exec .1.3.6.1.4.1.2021.52 top /usr/local/bin/top
#exec .1.3.6.1.4.1.2021.53 mailq /usr/bin/mailq



Eu sugiro definir uma regrinha no iptables para permitir o acesso a porta 161 a somente as redes descritas acima no snmp.conf.

Bem é isso! Até mais pessoal.